IMAGEM NÃO É NADA, INTERATIVIDADE É TUDO

            No mundo digital, a imagem, por si só, não tem grande valor como no telejornal, por exemplo. Como na internet uma coisa leva a outra, não poderia deixar de ser diferente com fotografias e textos jornalísticos.

            Os jornais on-line devem oferecer ao leitor um algo a mais que não é possível no jornal impresso e no televisivo. A interatividade é o grande trunfo. Em uma matéria é possível agregar outras que tenham um gancho, ou seja, tenham ligação. É isto que torna um jornal digital tão interessante, possibilitar “passear” por diferentes sites a partir de um só.

            Apesar disso, alguns jornais apenas reproduzem o impresso. O que limita o acesso a novas informações, o leitor fica “preso” aquele site somente. É o caso do site do jornal “Tribuna de Minas”, onde as noticias não permitem acesso a outros temas de um mesmo assunto, ou seja, não há hiperlinks que remetam a outras páginas.

            Diferente disso e seguindo a linha da interatividade, está o site “Último Segundo”. Nele é possível navegar por diferentes páginas na internet que sejam ligadas ao assunto inicial pesquisado.

            Assim, no mundo da web, não basta ter uma imagem, deve-se tê-la e agregar informações a ela que permitam obter mais conhecimento.

CINEMA NACIONAL NA DISPUTA PELO OSCAR

Foi anunciado na tarde de hoje, que o filme “Última Parada 174” vai representar o Brasil na briga para disputar o Oscar 2009. O longa venceu a disputa com outras 14 produções nacionais, entre elas “Meu Nome Não é Johnny”.

O filme relembra a historia do seqüestro do ônibus 174, que aconteceu no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro em 2000. Na ocasião o seqüestrador Sandro tinha uma refém sobre a mira de seu revolver e os atiradores de elite da policia acabaram disparando e matando os dois. A produção é dirigida por Bruno Barreto.

A 81ª edição do Oscar será no dia 22 de fevereiro de 2009, no Kodak Theater, em Los Angeles. Em janeiro serão escolhidos os cinco finalistas que disputarão a estatueta. O Brasil já concorreu quatro vezes na categoria.

AMOR BANDIDO: DO LUXO AO LIXO

Uma família que mora em uma área nobre do bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, vive um drama desde junho deste ano. A adolescente Amanda (nome fictício), de 15 anos, vive um romance com um traficante identificado como Falcão, do Morro Chácara do Céu.

            Há pouco mais de dois meses atrás, a menina desapareceu de casa, provavelmente para ficar com o namorado. Na última quarta-feira, 10 de setembro, a adolescente foi encontrada pela policia e levada de volta pra casa da família. Duas horas depois já havia fugido novamente para o morro.

            Os policiais voltaram então à casa onde ela foi encontrada da outra vez para tentar achar alguma pista sobre o paradeiro de Amanda. Na pequena casa só encontraram algumas roupas de grife e cadernos da jovem, um colchão duplo do casal, um sofá quebrado, trouxinhas de maconha e algumas notas de R$ 2.

            Fica, assim, uma pergunta que só Amanda poderia responder. O que leva uma adolescente acostumada com o luxo a largar tudo para viver um “amor bandido”?

            Mas agora parece que o drama desta família chegou ao fim. A menina voltou pra casa e, de acordo com a mãe, por conta própria. A mãe da jovem disse que ela está bem e que não falou nada sobre o assunto. Em uma de suas declarações, a mãe minimizou dizendo que casos assim acontecem todos os dias, que está não é a primeira vez.

AOS INTERESSADOS

 

 

            O site da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) é uma boa opção para quem quer saber mais sobre como andam as manifestações e as últimas notícias sobre a regulamentação do diploma.

            A página conta com vários links interessantes. Dentre eles agenda, publicações, biblioteca da FENAJ, noticias, artigos, etc.

            Para quem tiver interesse e quiser saber mais é só visitar:

http://www.fenaj.org.br/afenaj.php

 

 

 

3 anos: ela olha pra si mesma e vê uma rainha… (Mário Quintana)

3 ANOS:
ELA OLHA PRA SI MESMA E VÊ UMA RAINHA. 

AOS 8 ANOS:
ELA OLHA PRA SI E VÊ CINDERELA.

AOS 15 ANOS:
ELA OLHA E VÊ UMA FREIRA HORROROSA. 

AOS 20 ANOS:
ELA OLHA E SE VÊ MUITO GORDA, MUITO MAGRA, MUITO ALTA, MUITO BAIXA, MUITO LISO,  MUITO ENCARACOLADO, DECIDE SAIR MAS… VAI SOFRENDO… 
 
AOS 30 :
ELA OLHA PRA SI MESMA E VÊ MUITO GORDA/ MUITO MAGRA, MUITO ALTA/ MUITO BAIXA, MUITO LISO/ MUITO ENCARACOLADO, MAS DECIDE QUE AGORA NÃO TEM TEMPO PRA CONSERTAR ENTÃO VAI SAIR ASSIM MESMO…
.
AOS 40 :
ELA SE OLHA…. VÊ MUITO GORDA, MUITO MAGRA, MUITO ALTA, MUITO BAIXA, MUITO LISO,  MUITO ENCARACOLADO, MAS DIZ: PELO MENOS EU SOU UMA BOA PESSOA… E SAI MESMO ASSIM…

AOS 50 ANOS:
ELA OLHA PRA SI MESMA E SE VÊ COMO É…SAI E VAI PRA ONDE ELA BEM ENTENDER…
.
AOS 60 ANOS:
ELA SE OLHA E LEMBRA DE TODAS AS PESSOAS QUE NÃO PODEM MAIS SE OLHAR NO ESPELHO…SAI DE CASA E CONQUISTA O MUNDO… 

AOS 70 ANOS:
ELA OLHA PRA SI E VÊ SABEDORIA, RISOS, HABILIDADES, SAI PARA O MUNDO E APROVEITA A VIDA… 

AOS 80 ANOS:
ELA NÃO SE INCOMODA MAIS EM SE OLHAR…
PÕE SIMPLESMENTE UM CHAPÉU VIOLETA E VAI SE DIVERTIR COM O MUNDO…
.
TALVEZ DEVÊSSEMOS POR AQUELE CHAPÉU VIOLETA MAIS CEDO…

ENTRE A HIERARQUIA E A “HETERARQUIA”

 

Em tempos de novas tecnologias, profissionais e meios multimídias, qual o caminho que o jornalismo deveria seguir? Uma nova palavra surge para esquentar ainda mais a discussão sobre este impasse. Para muitos, a “heterarquia” seria a nova visão para o trabalho coletivo e, em conseqüência, a melhor forma de adequar o jornalismo na era digital. Uma organização descentralizada, onde não há chefes e nem superiores, todos podem participar de maneira igual. Assim, leitores, ouvintes e espectadores participariam diretamente da produção de seus veículos jornalísticos.

            Na direção oposta, há os que defendem a tão famosa hierarquia. Estabilidade, solidez e regras definidas são o que garantem o bom funcionamento de uma organização. Principalmente quando se trata de difusão de informação.

            Diante disso, é hora de parar e pensar em velhos e novos conceitos do fazer jornalismo. Será que a imagem conservadora das redações se aplica neste novo quadro do avanço tecnológico? Ou o jornalismo multimídia é mesmo o futuro da informação? Aos leitores e espectadores só resta esperar e ver qual caminho será escolhido!

Sobrou favoritismo, mas faltou competência

As olimpíadas terminaram e a falta de competência dos “favoritos” à conquista do ouro para o Brasil deixou vários torcedores frustrados. Chegaram cheios de si, confiantes que conseguiriam a tão sonhada medalha dourada, cobiçada por todos os atletas participantes. Mas não foi bem assim.

Com certo favoritismo em algumas modalidades olímpicas, o Brasil chegou a Pequim. Contudo, parece que os holofotes assustaram ou tiraram o foco dos competidores. A ginástica masculina, que competiu com um participante apenas, deixou a medalha escapar das mãos. No vôlei de praia masculino, nenhuma das duas duplas conseguiu chegar ao lugar mais alto do pódio. Os veteranos Ricardo e Emanuel começaram com gás, porém tropeçaram diante da outra dupla brasileira na semifinal. A eles restou apenas o bronze. A esperança ainda estava viva, afinal tínhamos brasileiros na final. Mais uma vez um tropeço: Márcio a Fábio Luiz não passaram pelos adversários. Apenas a prata.

Ainda na praia, mas desta vez com as mulheres, a decepção foi maior ainda. Pela primeira vez nenhuma medalha foi conquistada. Ana Paula e Larissa foram eliminadas nas quartas-de-final e a chance de uma medalha foi embora. A outra dupla, Renata e Talita chegaram às semifinais e caíram, ficando apenas com o quarto lugar na competição.

Na quadra, o vôlei masculino deixou o nervosismo subir a cabeça. Com grandes chances na conquista do ouro, não passaram pela seleção dos EUA. Mais uma prata.

No futebol, a tradição deu lugar à derrota. A seleção feminina conseguiu chegar à final, mas caiu diante das americanas. Só restou a prata. Os homens passaram pelo carrasco das últimas olimpíadas, Camarões. Nas semifinais, os eternos adversários: os argentinos. Qual foi o final desta disputa? O Brasil perdeu e foi disputar o bronze. Pelo menos não deixou escapar esta medalha também.

Outros nomes também deixaram a desejar nestes jogos: Jadel Gregório ficou em sexto no salto triplo; Tiago Pereira não conseguiu nenhuma medalha nas provas em que participou; Fabiana Murer também não conseguiu pódio no salto com vara; o hipismo ficou fora do pódio, Rodrigo Pessoa não classificou para a final; no judô feminino, Edinanci Silva não passou; fora outros judocas que tinham chances de levar ouro e só conseguiram, no máximo, o bronze.

Agora fica uma dúvida: é melhor ser olhado como favorito ou conquistar uma medalha de ouro. Um conselho para nossos atletas, da próxima vez esqueçam as câmeras e os holofotes e foquem nos seus objetivos.